terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Minha estante


Uma das minhas válvulas de escape como milhares de adolescentes, é a leitura. Eu realmente gosto de segurar um livro nas mãos, e passar duas, três horas viajando em qualquer lugar do mundo ou do universo. A leitura é isso, não? Uma viagem. Porém, eu confesso que eu demoro um “pouco” pra ler e devido a isso não leio muitos livros.Mas a leitura não deixa de ser um vício. Além disso, o ano passado foi um ano bem ocupado devido a escola e novas matérias, como algoritmos, mas mesmo assim, eu sempre arrumava um tempinho para conseguir ler um livro ou outro.

O menino do pijama listrado 

 


A amizade entre Bruno e Shamuel já virou até filme. A história se passa em uma  Alemanha nazista, e o desenvolver do livro tem tudo para fazer você chorar.


        O livro é simples, mas pelo fato de ser simples faz dele uma grande obra, pois a história faz a gente ver o mundo à partir dos olhos de um menino de 5 anos. Ele não o narrador, mas a inôcencia e a ingenuidade tanto de Bruno quanto de Shamuel nos faz acreditar na velha história, de que as crianças na verdade, são a única salvação da nossa humanidade. Se você procura uma leitura rápida e gostosa, super indico! O autor é o John Boyne.

O lado bom da vida

 


 Se você quer se apaixonar pelo personagem principal, rir das situações que provavelmente muito chorariam, e encontrar um lado bom nas piores coisas, uma única coisa: leia O lado bom da vida.

        Bom, Pat não é um jovem universitário gostoso, mas sim, um homem que está correndo atrás dos seus erros do passado e tentando reconquistar a mulher, que por algum motivo que ele não lembra, não quer ver ele tão cedo. Logo de início, mil hipóteses surgem na cabeça do leitor. Pat é um cara doce e que gosta de ver só o lado bom da vida, fazendo de toda situação embaraçosa, no mínimo, engraçada. Li esse livro em apenas 3 dias, o que foi o suficiente para me fazer querer ler também o outro livro do autor Matthew Quick, Perdão, Leonard Peacock.

O caçador de pipas 

 



Uma das maiores verdades da vida é que todo mundo se arrepende de alguma coisa. E com Amir não foi diferente.
 
         
       Muitas vezes julgamos um livro pela capa, uma história pelas suas palavras e as pessoas pela sua aparência. Amir aprendeu isso na pele. Não que ele tenha sofrido algum preconceito, mas ele de fato, o praticou. Preconceito que depois se transformou na maior mágoa da vida dele, fazendo com que muitos anos depois,ele tentasse reparar. Afinal, existe uma forma de nos tornar bons novamente? Mesmo depois de ter feito algo que na hora sabíamos que era errado, mas mesmo assim, prosseguimos? Amir acreditava, no fundo, que de um jeito ou outro, existia. O caçador de pipas nos surpreende desde os primeiro capítulos, fazendo reviravoltas na vida dos personagens e em nossa mente e opiniões. Uma leitura emocionante, sem dúvida nenhuma! 

 

Orgulho e preconceito

 


Jane Austen era uma escritora extremamente irônica e muito à frente as mulheres do seu tempo. Seus romances repletos de rodeios e personagens inteligentes e audaciosos ganharam os leitores desde o século 18 até hoje.


          Fazia muito tempo que eu queria conhecer o tão famoso romance que eu ouvia falar nos filmes e também em outros livros. Antes de ler Orgulho e preconceito, eu assisti a minissérie da BBC, assisti ao filme mais recente umas 1000 vezes, e constatei que eu precisava urgentemente ler. Darcy é o mocinho que não tem jeito de mocinho. Ele é irritante assim como esses caras machistas de hoje em dia (não estou dizendo que ele era machista,rs), a questão é que depois de um tempo que lemos o livro passamos a entender o título Orgulho e preconceito. Logo de início acreditamos que o título está ligado somente à Darcy por ele ser o cara rico e disputado, mas vocês podem ter certeza que não. 

 

 


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